A competição global pela supremacia em criptomoedas evoluiu para uma corrida armamentista entre a China e os EUA, com ambas as nações acumulando Bitcoin como um ativo estratégico para o posicionamento geopolítico futuro. As vastas reservas da China contrastam com as dificuldades regulatórias dos EUA, destacando uma batalha crucial pela hegemonia tecnológica e financeira. A defesa de Donald Trump pela América como líder em cripto exemplifica isso. Em última análise, a corrida depende de quem conseguir acumular mais Bitcoin e integrá-lo eficazmente nas suas economias, tornando a próxima década decisiva para a supremacia em cripto.