Um hacker brasileiro desviou R$6.000.000 da Cashway e converteu-os em Bitcoin. As autoridades seguiram a pista do roubo de criptomoedas através de pistas digitais.
Funcionários brasileiros resolveram um grande roubo de criptomoedas. O caso de um jovem hacker chamado Franca explorou medidas de segurança precárias. Em julho de 2024, ele invadiu os sistemas de pagamento da Cashway.
O atacante usou contas de funcionários inativas. A conta comprometida tinha pouca segurança. Ele alterou as senhas bancárias de várias contas de clientes. O LiveCoins informou que as autoridades registraram transferências no valor de R$6.054.861,61.
Houve padrões suspeitos de saques rastreados pelos investigadores da Cashway. Transações de Bitcoin na Plebank soaram como um alerta imediato. O endereço IP levou diretamente à residência da mãe do suspeito.
As autoridades encontraram 20 chaves Pix registradas em nome dele. O jovem de 20 anos tinha gadgets eletrônicos que comprovavam sua participação. Mandados de busca foram realizados na residência dele pela polícia.
Os oficiais descobriram provas de incriminação nos telefones móveis apreendidos. O hacker usou o WhatsApp para enviar a si mesmo uma frase-semente. Segundo o LiveCoins, a mensagem continha códigos de recuperação de carteiras de criptomoedas datados de 15 de julho de 2024.
Códigos de cartões iFood foram encontrados correspondendo a transações fraudulentas pelos investigadores. Havia três recibos de compra, referentes às Cashway roubadas. O suspeito gastou o dinheiro roubado para fazer pedidos pessoais de entrega de comida.
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O habeas corpus dele foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça. Ele é processado no estado de Santa Catarina. O tribunal ordenou a detenção até o final do processo.
As autoridades descobriram pagamentos em Bitcoin para a Wallet de Satoshi. O hacker transformou os fundos roubados em ativos de criptomoedas. A compra de créditos do iFood foi registrada na polícia logo após a invasão.
A pegada digital da operação foi revelada por métodos investigativos modernos. As autoridades demonstraram que transações envolvendo criptomoedas deixam rastros. O caso evidencia as fraquezas das alegações de anonimato dos ativos digitais.
O caso ainda está em andamento no sistema judiciário de Santa Catarina. Os promotores estão formando um caso contra o suspeito preso. A denúncia criminal é baseada em provas digitais.