A Rússia vai flexibilizar em 2026 a compra de Ativos de criptografia por parte de investidores de retalho, em resposta à adoção acelerada de Trump e da Europa e EUA.
O Banco Central da Rússia pretende levantar a proibição da encriptação em 2026, adotando um limite anual e um controle duplo sobre a proibição das Moedas de privacidade, enquanto avança na implementação do rublo digital.
(前情提要:Banco VTB, o segundo maior banco da Rússia, irá permitir que os clientes comprem diretamente bitcoins e sugeriu uma alocação de 7% em encriptação)
(Contexto: A Rússia, expulsa do SWIFT, foi forçada a estabelecer uma rede de encriptação econômica)
Índice do artigo
limiar de investimento de sistema de dupla via
O rublo digital é o núcleo
Cronograma de execução e cálculo geoespacial
O Banco Central da Rússia, que adotou uma posição rígida em relação às moedas digitais a longo prazo, lançou uma proposta significativa na véspera do Natal de 2025: a partir de 2026, levantar a proibição de negociação e integrar os ativos encriptados no sistema financeiro regulamentado. De acordo com o comunicado oficial, as autoridades de Moscovo descrevem este novo plano como um “laboratório controlado” com rigorosas medidas de segurança. Num contexto em que Trump está a voltar à Casa Branca e a competição global em tecnologia financeira está a acelerar, e enfrentando a pressão das sanções ocidentais, o Kremlin opta por utilizar a liquidez dos ativos encriptados, mantendo ao mesmo tempo o controlo estatal.
limiar de investimento em regime de dupla via
A maior novidade da proposta é o mecanismo de diferenciação de investidores. Para investidores não qualificados (retail), o Banco Central estabelece um limite de negociação de 300 mil rublos (cerca de 3.846 dólares) por ano. Antes de entrar no mercado, os investidores de varejo devem concluir um teste de reconhecimento de risco, e os ativos que podem ser negociados são limitados apenas ao Bitcoin (BTC) e ao Ethereum (ETH). Esse limite é suficiente para atender pequenos especuladores, mas ao mesmo tempo cria um firewall, restringindo a saída massiva de rublos. Em comparação, investidores qualificados podem desfrutar de limites de negociação sem restrições, mas ainda devem cumprir a linha vermelha: moedas de privacidade (como Monero XMR) são totalmente proibidas, exceto Bitcoin e Ethereum. A mensagem das autoridades reguladoras é clara - o investimento pode ser aberto, mas a movimentação de fundos anônimos não pode ser tolerada.
a moeda digital russa é o núcleo
Apesar da liberalização das transações, a Rússia não mudou a sua posição fundamental em relação à encriptação. A proposta estipula claramente que os ativos encriptados são considerados “ativos em moeda estrangeira”, sendo estritamente proibido o seu uso como meio de pagamento interno; as liquidações internas continuam a depender do rublo digital emitido pelo Banco Central. De acordo com o cronograma oficial, o rublo digital será totalmente implementado em 1 de setembro de 2026, e os comerciantes com receita anual superior a 120 milhões de rublos terão que aceitar esta nova moeda. Em outras palavras, as criptomoedas tornam-se uma zona de amortecimento para a interconexão com fundos de alto risco no exterior, enquanto o rublo digital mantém o pulso da economia interna. As autoridades também permitem que os cidadãos declarem ativos de contas no exterior, com o objetivo de “solarizar” a economia subterrânea e expandir a base tributária.
cronograma de execução e cálculo geoespacial
A proposta estabelece um cronograma claro: conclusão da legislação em julho de 2026, e a partir de 2027, sanções criminais para instituições intermediárias não licenciadas. A presidente do Banco Central, Elvira Nabiullina, busca um equilíbrio entre sanções severas e a demanda interna de capital, tentando usar uma estrutura “semiaberta” para obter profundidade no mercado, ao mesmo tempo que mantém o controle sobre o fluxo monetário. No exterior, a Rússia pode direcionar fundos através de canais de encriptação regulamentados, reduzindo o risco de bloqueio do sistema do dólar; internamente, o rublo digital fortalece a capacidade de supervisão em tempo real, aumentando ainda mais a resiliência do capitalismo estatal.
De “proibição total” a “regulação controlada”, a estratégia da Rússia não está em abraçar o mercado livre, mas sim em reconfigurar os ativos descentralizados, transformando-os em peças geopolíticas que podem ser orquestradas. Se o governo Trump realmente aliviar a regulação nos Estados Unidos, o modelo de dupla via de Moscovo se tornará uma alternativa liderada pelo Estado, mas que ainda acomoda a demanda de investimento. Esta mudança reflete uma nova fase na governança econômica russa: em uma era de retração da globalização e normalização de sanções, embutir o controle de risco no design dos produtos, através de limiares quantitativos e monitoramento técnico, transformando a “liberdade emcriptação” em componentes financeiros que podem ser supervisionados, tributados e punidos.
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A Rússia vai flexibilizar em 2026 a compra de Ativos de criptografia por parte de investidores de retalho, em resposta à adoção acelerada de Trump e da Europa e EUA.
O Banco Central da Rússia pretende levantar a proibição da encriptação em 2026, adotando um limite anual e um controle duplo sobre a proibição das Moedas de privacidade, enquanto avança na implementação do rublo digital. (前情提要:Banco VTB, o segundo maior banco da Rússia, irá permitir que os clientes comprem diretamente bitcoins e sugeriu uma alocação de 7% em encriptação) (Contexto: A Rússia, expulsa do SWIFT, foi forçada a estabelecer uma rede de encriptação econômica)
Índice do artigo
O Banco Central da Rússia, que adotou uma posição rígida em relação às moedas digitais a longo prazo, lançou uma proposta significativa na véspera do Natal de 2025: a partir de 2026, levantar a proibição de negociação e integrar os ativos encriptados no sistema financeiro regulamentado. De acordo com o comunicado oficial, as autoridades de Moscovo descrevem este novo plano como um “laboratório controlado” com rigorosas medidas de segurança. Num contexto em que Trump está a voltar à Casa Branca e a competição global em tecnologia financeira está a acelerar, e enfrentando a pressão das sanções ocidentais, o Kremlin opta por utilizar a liquidez dos ativos encriptados, mantendo ao mesmo tempo o controlo estatal.
limiar de investimento em regime de dupla via
A maior novidade da proposta é o mecanismo de diferenciação de investidores. Para investidores não qualificados (retail), o Banco Central estabelece um limite de negociação de 300 mil rublos (cerca de 3.846 dólares) por ano. Antes de entrar no mercado, os investidores de varejo devem concluir um teste de reconhecimento de risco, e os ativos que podem ser negociados são limitados apenas ao Bitcoin (BTC) e ao Ethereum (ETH). Esse limite é suficiente para atender pequenos especuladores, mas ao mesmo tempo cria um firewall, restringindo a saída massiva de rublos. Em comparação, investidores qualificados podem desfrutar de limites de negociação sem restrições, mas ainda devem cumprir a linha vermelha: moedas de privacidade (como Monero XMR) são totalmente proibidas, exceto Bitcoin e Ethereum. A mensagem das autoridades reguladoras é clara - o investimento pode ser aberto, mas a movimentação de fundos anônimos não pode ser tolerada.
a moeda digital russa é o núcleo
Apesar da liberalização das transações, a Rússia não mudou a sua posição fundamental em relação à encriptação. A proposta estipula claramente que os ativos encriptados são considerados “ativos em moeda estrangeira”, sendo estritamente proibido o seu uso como meio de pagamento interno; as liquidações internas continuam a depender do rublo digital emitido pelo Banco Central. De acordo com o cronograma oficial, o rublo digital será totalmente implementado em 1 de setembro de 2026, e os comerciantes com receita anual superior a 120 milhões de rublos terão que aceitar esta nova moeda. Em outras palavras, as criptomoedas tornam-se uma zona de amortecimento para a interconexão com fundos de alto risco no exterior, enquanto o rublo digital mantém o pulso da economia interna. As autoridades também permitem que os cidadãos declarem ativos de contas no exterior, com o objetivo de “solarizar” a economia subterrânea e expandir a base tributária.
cronograma de execução e cálculo geoespacial
A proposta estabelece um cronograma claro: conclusão da legislação em julho de 2026, e a partir de 2027, sanções criminais para instituições intermediárias não licenciadas. A presidente do Banco Central, Elvira Nabiullina, busca um equilíbrio entre sanções severas e a demanda interna de capital, tentando usar uma estrutura “semiaberta” para obter profundidade no mercado, ao mesmo tempo que mantém o controle sobre o fluxo monetário. No exterior, a Rússia pode direcionar fundos através de canais de encriptação regulamentados, reduzindo o risco de bloqueio do sistema do dólar; internamente, o rublo digital fortalece a capacidade de supervisão em tempo real, aumentando ainda mais a resiliência do capitalismo estatal.
De “proibição total” a “regulação controlada”, a estratégia da Rússia não está em abraçar o mercado livre, mas sim em reconfigurar os ativos descentralizados, transformando-os em peças geopolíticas que podem ser orquestradas. Se o governo Trump realmente aliviar a regulação nos Estados Unidos, o modelo de dupla via de Moscovo se tornará uma alternativa liderada pelo Estado, mas que ainda acomoda a demanda de investimento. Esta mudança reflete uma nova fase na governança econômica russa: em uma era de retração da globalização e normalização de sanções, embutir o controle de risco no design dos produtos, através de limiares quantitativos e monitoramento técnico, transformando a “liberdade emcriptação” em componentes financeiros que podem ser supervisionados, tributados e punidos.