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Como determinar se uma rapariga foi com um irmão mais velho
Já encontrou alguma rapariga que ganha cinco ou seis mil de salário mensal, mas no seu círculo social só há campos de golfe, hotéis de cinco estrelas e viagens por todo o país? De onde ela tira o dinheiro? O meu amigo partilhou comigo o método dele de julgamento, dizendo que com estas dicas nunca se enganou.
Primeiro, observe a visão de consumo.
A primeira coisa que ele analisa são os hábitos de consumo da rapariga. Uma rapariga que ganha cinco ou seis mil por mês, se todos os dias frequenta restaurantes populares, vai esquiar, à praia ou a campos de golfe sem parar, há algo errado.
Ele diz que não é que não possa desfrutar a vida, mas o consumo deve corresponder à renda. Se ela gasta quase tudo em renda de casa e alimentação, de onde vem o dinheiro para viajar por aí? A menos que venha de uma herança ou que alguém a sustente.
Ele deu um exemplo: conhece uma rapariga que ganha quatro mil, e no círculo social só há lojas de luxo, chá da tarde e carros de luxo com o passageiro do lado. Depois descobriu que ela mantém contato com vários rapazes, convidando um para jantar hoje, recebendo presentes de outro amanhã.
O consumo muito acima da renda é o primeiro sinal de alerta.
Segundo, observe o trabalho. O segundo ponto é a profissão da rapariga: streamer, estética médica, compradora por encomenda.
Ele diz que essas três profissões oferecem mais oportunidades de contato com pessoas ricas. Não quer dizer que todas as raparigas nessas áreas tenham problemas, mas se tiverem outros sinais, é difícil escapar.
Ele contou que conhece uma rapariga que trabalha em estética médica, cujo círculo social está cheio de clientes que lhe enviam artigos de luxo, hoje um saco, amanhã um conjunto de produtos de cuidados com a pele. Ela diz que são presentes dos clientes, mas quem daria uma bolsa de dezenas de milhares a uma consultora comum?
Depois descobriu que ela mantém relações próximas com vários clientes.
A profissão em si não é um problema, mas é importante ver como ela usa a profissão para se aproximar de certas pessoas.
Terceiro, observe os bens. Jovem, com vinte anos, já dirige um carro bom ou possui uma casa à vista.
Se a família não é de negócios, os pais são trabalhadores comuns, de onde vem esse dinheiro?
Uma rapariga que acaba de se formar na universidade e já dirige um carro de mais de trinta mil euros diz que é ela quem ganhou, mas ela trabalha como vendedora numa loja, com um salário de quatro ou cinco mil. Como conseguiu esse dinheiro?
Depois descobriu que foi presente do ex-namorado, que é mais velho que ela por mais de dez anos e trabalha na construção civil.
Bens que não correspondem à renda representam o terceiro sinal de alerta.
Quarto, observe a atitude em relação ao material.
Este rapaz diz que raparigas que tiveram um irmão mais velho geralmente não se interessam por consumos simples.
Se a convidar para comer num restaurante de rua, ela faz cara feia; se a levar ao supermercado, acha sem graça; se lhe der um presente de algumas centenas de euros, nem olha.
Não é que ela seja exigente, é que já viu coisas melhores.
Ele conheceu uma rapariga que, na primeira reunião, pediu para ir a um restaurante que custava cerca de 500 euros por pessoa, e depois quis ir a um bar. Quando tentou sugerir algo mais barato, ela respondeu que não era compatível.
Se ela despreza a vida comum, é preciso ter cuidado.
Por último, a família de origem.
Os quatro pontos anteriores são apenas auxiliares; o que realmente o faz decidir é a família de origem.
Se a rapariga vem de uma família comum, com pais empregados, ou até com irmãos mais novos que ela, então a sua visão de consumo, trabalho, bens e atitude perante o material já indicam o que é preciso.
Uma rapariga de uma família normal, sem fontes externas de renda, dificilmente consegue viver esse tipo de vida aos vinte anos.
Embora seja duro de ouvir, há alguma verdade nisso.
Na verdade, algumas coisas que ele diz fazem sentido: o consumo deve corresponder à renda, os bens à capacidade, isso não há dúvida.
Mas também me pergunto se algumas raparigas só estão sendo injustamente acusadas.
Por exemplo, ela trabalha como compradora por encomenda, e realmente ganha dois ou três mil por mês, podendo viajar e comprar coisas boas. Ou a família dela, embora comum, economiza bastante para comprar-lhe um carro. Ou ela só vai uma vez ao campo de golfe, tira uma foto e posta no círculo social, e já é mal interpretada.
Estas dicas podem ajudar a filtrar, mas não a condenar. A melhor maneira é conviver mais, conhecer melhor, o tempo dirá a resposta.