No ano em que o tio tinha 22 anos, o sobrinho precisava de um rim, ele doou um rim ao sobrinho.


O irmão e a cunhada ajoelharam-se no chão agradecendo pela sua salvação, o sobrinho jurou cuidar dele na velhice e até o acompanhar na morte.
Os pais escreveram uma testamento no local, deixando a herança para ele. Embora não fosse muita propriedade.
Ano após ano passou, ele tinha mais de 30 anos, namorou um após o outro, mas nenhum deu certo.
Os pais ficaram irritados com ele, dizendo que era um inútil e covarde. Ele disse que por faltar um rim, nenhuma mulher quis ficar com ele.
Seu pai quebrou o cinzeiro, foi abraçar o bisneto.
Aos 45 anos, ainda não tinha encontrado esposa. Os pais já não estavam mais, ele ficou doente e foi para o hospital.
Quando o sobrinho foi visitá-lo, ele sentiu que tinha feito a coisa certa no começo.
Ele tinha 50 anos, a nora do sobrinho o xingou: “Já se passaram 30 anos, a dívida de uma vida também acabou, né?
Ainda tem que cuidar dele o tempo todo! Sem parar.”
Aos 52 anos, com insuficiência renal, ele faleceu.
O irmão e a cunhada disseram: “Finalmente se foi, só usamos um rim dele, aguentamos calados por 30 anos.”
O sobrinho disse: “Já somos bastante generosos, quanto custa comprar um?”
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