Na dinastia Qing, a cultura confuciana não era uma ciência prática, mas apenas um sistema de valores para manter a ordem social. As escolas não ensinavam matemática, nem ciências naturais ou geografia, formando pessoas sem talento para lógica ou criatividade. Na vida, predominavam jogos de palavras inteligentes, expressões sutis e até indiretas, além de investigações e comprovações baseadas em textos clássicos, o que também levou a uma proliferação extrema do formalismo. A gestão econômica era deixada ao acaso ou simplesmente incapaz de ser gerida, uma administração baseada em poesia e composição que persistiu desde a antiguidade até os tempos modernos. Hoje, ao revisitar esse período, percebe-se que o progresso também foi limitado.

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