Na sequência do esforço dos Estados Unidos para reduzir a sua dependência da China em recursos estratégicos, a questão dos minerais críticos tornou-se central na competição geopolítica. Respondendo ao novo plano americano, a China reforça a sua posição consistente, voltada a garantir a estabilidade da cadeia de abastecimento global.
Reação de Pequim ao plano americano de reserva de minerais
Na manhã de fevereiro, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China comentou o lançamento planejado pelos EUA de uma reserva estratégica de minerais críticos, inicialmente financiada em 12 mil milhões de dólares. Este passo ocorre no contexto do fortalecimento da competição tecnológica entre os dois países. A parte chinesa destacou que a sua posição não visa o conflito, mas sim um diálogo construtivo para garantir a segurança dos recursos mundiais.
O papel dos elementos de terras raras na competição geopolítica
Os elementos de terras raras e outros minerais críticos têm um significado estratégico para a produção de tecnologias energéticas, eletrónica e indústria de defesa. O controlo sobre o fornecimento destes materiais influencia significativamente a força económica e militar dos países. Washington tenta diversificar as fontes de abastecimento para diminuir a dependência dos fabricantes chineses, que atualmente dominam o mercado global.
Princípio de responsabilidade na cadeia de abastecimento global
A China sublinha que todos os atores mundiais devem assumir responsabilidade conjunta pela estabilidade e segurança da cadeia internacional de fornecimento de minerais críticos. Esta visão de Pequim indica a necessidade de cooperação em vez de confrontação, mesmo em um contexto de acirrada competição tecnológica. A China permanece aberta ao diálogo construtivo, mas insiste nos princípios de justiça e benefício mútuo no comércio global de recursos.
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Posição da China sobre a garantia da segurança dos minerais críticos
Na sequência do esforço dos Estados Unidos para reduzir a sua dependência da China em recursos estratégicos, a questão dos minerais críticos tornou-se central na competição geopolítica. Respondendo ao novo plano americano, a China reforça a sua posição consistente, voltada a garantir a estabilidade da cadeia de abastecimento global.
Reação de Pequim ao plano americano de reserva de minerais
Na manhã de fevereiro, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China comentou o lançamento planejado pelos EUA de uma reserva estratégica de minerais críticos, inicialmente financiada em 12 mil milhões de dólares. Este passo ocorre no contexto do fortalecimento da competição tecnológica entre os dois países. A parte chinesa destacou que a sua posição não visa o conflito, mas sim um diálogo construtivo para garantir a segurança dos recursos mundiais.
O papel dos elementos de terras raras na competição geopolítica
Os elementos de terras raras e outros minerais críticos têm um significado estratégico para a produção de tecnologias energéticas, eletrónica e indústria de defesa. O controlo sobre o fornecimento destes materiais influencia significativamente a força económica e militar dos países. Washington tenta diversificar as fontes de abastecimento para diminuir a dependência dos fabricantes chineses, que atualmente dominam o mercado global.
Princípio de responsabilidade na cadeia de abastecimento global
A China sublinha que todos os atores mundiais devem assumir responsabilidade conjunta pela estabilidade e segurança da cadeia internacional de fornecimento de minerais críticos. Esta visão de Pequim indica a necessidade de cooperação em vez de confrontação, mesmo em um contexto de acirrada competição tecnológica. A China permanece aberta ao diálogo construtivo, mas insiste nos princípios de justiça e benefício mútuo no comércio global de recursos.