No início de fevereiro de 2026, ocorreu uma situação de tensão no Estreito de Hormuz envolvendo um navio-tanque de bandeira americana e várias embarcações iranianas. Este estreito é uma rota crucial para o transporte mundial de petróleo, e o incidente chamou a atenção como um evento de grande importância para a segurança da navegação internacional.
Encontro do petroleiro americano “Stena Impero”
Em 3 de fevereiro, o petroleiro de bandeira dos EUA, “Stena Impero”, foi reportado por várias mídias como tendo sido abordado por seis embarcações militares iranianas enquanto navegava pelo Estreito de Hormuz. Segundo a reportagem da Jin10, as pequenas embarcações iranianas teriam comunicado por rádio ao capitão do petroleiro para que parasse os motores e se preparasse para embarque.
Em resposta a essa ordem, o petroleiro acelerou e manteve sua rota. A decisão de não seguir as instruções é considerada uma ação baseada no princípio da liberdade de navegação internacional.
Navegação segura sob escolta militar dos EUA
Durante a passagem pelo Estreito de Hormuz, o Stena Impero esteve sob escolta de navios militares americanos. A presença militar dos EUA teria dificultado a aproximação iraniana, atuando como uma medida de dissuasão contra as tentativas de abordagem. O petroleiro chegou ao porto de Citra, no Bahrein, conforme planejado, em 5 de fevereiro, concluindo sua viagem com sucesso.
Posição e alegações do lado iraniano
Por outro lado, a agência de notícias iraniana Fars apresentou uma versão diferente dos fatos. Segundo a Fars, embarcações que invadiram as águas territoriais iranianas sem permissão foram capturadas, o que, na visão do Irã, constitui uma afirmação de sua soberania sobre suas águas territoriais.
Essas alegações conflitantes refletem a contínua tensão entre os EUA e o Irã no Estreito de Hormuz, podendo impactar a segurança marítima na região no futuro.
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Tanque americano com bandeira dos EUA encontra-se com embarcações iranianas no Estreito de Ormuz
No início de fevereiro de 2026, ocorreu uma situação de tensão no Estreito de Hormuz envolvendo um navio-tanque de bandeira americana e várias embarcações iranianas. Este estreito é uma rota crucial para o transporte mundial de petróleo, e o incidente chamou a atenção como um evento de grande importância para a segurança da navegação internacional.
Encontro do petroleiro americano “Stena Impero”
Em 3 de fevereiro, o petroleiro de bandeira dos EUA, “Stena Impero”, foi reportado por várias mídias como tendo sido abordado por seis embarcações militares iranianas enquanto navegava pelo Estreito de Hormuz. Segundo a reportagem da Jin10, as pequenas embarcações iranianas teriam comunicado por rádio ao capitão do petroleiro para que parasse os motores e se preparasse para embarque.
Em resposta a essa ordem, o petroleiro acelerou e manteve sua rota. A decisão de não seguir as instruções é considerada uma ação baseada no princípio da liberdade de navegação internacional.
Navegação segura sob escolta militar dos EUA
Durante a passagem pelo Estreito de Hormuz, o Stena Impero esteve sob escolta de navios militares americanos. A presença militar dos EUA teria dificultado a aproximação iraniana, atuando como uma medida de dissuasão contra as tentativas de abordagem. O petroleiro chegou ao porto de Citra, no Bahrein, conforme planejado, em 5 de fevereiro, concluindo sua viagem com sucesso.
Posição e alegações do lado iraniano
Por outro lado, a agência de notícias iraniana Fars apresentou uma versão diferente dos fatos. Segundo a Fars, embarcações que invadiram as águas territoriais iranianas sem permissão foram capturadas, o que, na visão do Irã, constitui uma afirmação de sua soberania sobre suas águas territoriais.
Essas alegações conflitantes refletem a contínua tensão entre os EUA e o Irã no Estreito de Hormuz, podendo impactar a segurança marítima na região no futuro.