As pequenas e médias empresas japonesas enfrentam desafios severos devido à contínua depreciação do iene. Como principais sustentáculos dos setores de manufatura e serviços, essas PME têm que suportar custos de importação mais elevados devido à desvalorização do iene, enquanto a margem de lucro é constantemente comprimida. Ao mesmo tempo, as políticas de aumento salarial inicialmente planejadas também enfrentam riscos de adiamento ou redução devido à volatilidade cambial, o que sem dúvida prejudica as estratégias de recursos humanos das empresas.
Impacto em cadeia da fraqueza do iene na gestão empresarial
O presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Japão, Ken Kobayashi, pediu recentemente ao governo que leve essa questão a sério. Ele destacou que a taxa de câmbio do iene atualmente está excessivamente depreciada, tornando-se um fator importante que limita o desenvolvimento das pequenas empresas. As empresas enfrentam múltiplas pressões, como aumento nos custos de matérias-primas e diminuição da competitividade nas exportações, o que impacta especialmente as PME que dependem de importações e exportações. Ken Kobayashi enfatizou que o desequilíbrio na política monetária do Japão não é apenas uma questão cambial, mas uma questão estratégica que afeta a base econômica do país.
Recomendações de política e metas ideais de câmbio
De acordo com uma pesquisa realizada pela Câmara de Comércio e Indústria do Japão, a maioria do setor acredita que uma taxa de câmbio de aproximadamente 130 ienes por dólar seja o ambiente de negócios mais ideal. Ken Kobayashi afirmou que o governo deve mobilizar toda a caixa de ferramentas da política cambial, incluindo intervenções diretas no mercado, regulamentações de monitoramento cambial e advertências verbais, entre outras medidas. Ele elogiou os esforços recentes do governo, mas também apontou que a intensidade dessas ações ainda não é suficiente e que sua escala precisa ser ampliada.
A voz de Ken Kobayashi representa a preocupação coletiva das pequenas empresas japonesas. Quando a moeda do Japão enfrenta uma pressão de depreciação de longo prazo, a resposta política do governo deve ser mais proativa e enérgica. Somente assim será possível proporcionar às PME um ambiente de negócios estável e promover um desenvolvimento econômico saudável.
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Crise de desvalorização da moeda japonesa aumenta, pequenas empresas enfrentam dilema de sobrevivência
As pequenas e médias empresas japonesas enfrentam desafios severos devido à contínua depreciação do iene. Como principais sustentáculos dos setores de manufatura e serviços, essas PME têm que suportar custos de importação mais elevados devido à desvalorização do iene, enquanto a margem de lucro é constantemente comprimida. Ao mesmo tempo, as políticas de aumento salarial inicialmente planejadas também enfrentam riscos de adiamento ou redução devido à volatilidade cambial, o que sem dúvida prejudica as estratégias de recursos humanos das empresas.
Impacto em cadeia da fraqueza do iene na gestão empresarial
O presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Japão, Ken Kobayashi, pediu recentemente ao governo que leve essa questão a sério. Ele destacou que a taxa de câmbio do iene atualmente está excessivamente depreciada, tornando-se um fator importante que limita o desenvolvimento das pequenas empresas. As empresas enfrentam múltiplas pressões, como aumento nos custos de matérias-primas e diminuição da competitividade nas exportações, o que impacta especialmente as PME que dependem de importações e exportações. Ken Kobayashi enfatizou que o desequilíbrio na política monetária do Japão não é apenas uma questão cambial, mas uma questão estratégica que afeta a base econômica do país.
Recomendações de política e metas ideais de câmbio
De acordo com uma pesquisa realizada pela Câmara de Comércio e Indústria do Japão, a maioria do setor acredita que uma taxa de câmbio de aproximadamente 130 ienes por dólar seja o ambiente de negócios mais ideal. Ken Kobayashi afirmou que o governo deve mobilizar toda a caixa de ferramentas da política cambial, incluindo intervenções diretas no mercado, regulamentações de monitoramento cambial e advertências verbais, entre outras medidas. Ele elogiou os esforços recentes do governo, mas também apontou que a intensidade dessas ações ainda não é suficiente e que sua escala precisa ser ampliada.
A voz de Ken Kobayashi representa a preocupação coletiva das pequenas empresas japonesas. Quando a moeda do Japão enfrenta uma pressão de depreciação de longo prazo, a resposta política do governo deve ser mais proativa e enérgica. Somente assim será possível proporcionar às PME um ambiente de negócios estável e promover um desenvolvimento econômico saudável.