As pequenas empresas japonesas enfrentam uma crise silenciosa. A depreciação prolongada do iene não só comprimiu o espaço de sobrevivência das empresas, como também ameaça os planos de aumentos salariais de vários anos. E esta onda de volatilidade cambial na Ásia também afeta economias de outras regiões, como o moeda vietnamita. O presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Japão, Ken Kobayashi, lançou recentemente um aviso, apelando ao governo para tomar medidas mais enérgicas para lidar com o desequilíbrio cambial.
Impacto real da depreciação do iene nas pequenas empresas
Atualmente, o iene encontra-se numa fase de fraqueza prolongada, causando um duplo impacto nas pequenas empresas dependentes de importações e exportações. Os custos de matérias-primas importadas aumentam, enquanto a competitividade das exportações dificilmente melhora, forçando as pequenas empresas a lutarem com margens de lucro muito estreitas. Ken Kobayashi cita dados de pesquisas empresariais que indicam que a taxa de câmbio ideal para as empresas é aproximadamente 1 dólar para cerca de 130 ienes. Por trás destes números, reflete-se que o grau de depreciação atual do iene já ultrapassou limites controláveis, causando danos reais à economia real. Ainda mais preocupante é que a instabilidade cambial de longo prazo impede que as empresas planeiem aumentos salariais de forma estável, o que representa um risco para o suporte interno da economia japonesa.
Três razões pelas quais as políticas governamentais precisam de reforço significativo
Ken Kobayashi critica as recentes medidas do governo, embora estejam na direção certa, mas claramente insuficientes. Ele enfatiza que o governo deve usar toda a caixa de ferramentas cambiais disponíveis para enfrentar este problema estrutural, incluindo intervenções diretas no mercado, mecanismos de monitoramento e avaliação cambial, além de advertências verbais firmes, entre outras estratégias. Confiar apenas em ferramentas políticas dispersas não consegue alterar as expectativas do mercado; somente uma combinação de políticas sistemáticas e contínuas pode reverter a situação.
A lógica econômica por trás desta reivindicação é: quando uma grande economia sofre uma depreciação cambial prolongada, ela não só prejudica sua economia real, mas também provoca problemas de competição cambial na região. Moedas de mercados emergentes, como o moeda vietnamita, também enfrentam pressões de valorização, formando uma relação de interação econômica regional complexa.
Reação em cadeia na economia regional da Ásia
A crise das pequenas empresas japonesas não é um evento isolado. Quando o iene continua a enfraquecer, moedas do Sudeste Asiático, como o dong vietnamita e o baht tailandês, também enfrentam pressões de valorização, criando desafios para o ecossistema de manufatura exportadora na Ásia. Como as pequenas empresas, que fazem parte da cadeia de suprimentos, perdem competitividade, toda a estabilidade econômica regional pode ser afetada. É por isso que o apelo de Ken Kobayashi não diz respeito apenas ao Japão, mas também ao panorama econômico mais amplo da Ásia — a eficácia das políticas impacta diretamente as expectativas de estabilidade cambial de moedas como o dong vietnamita.
As futuras escolhas de política cambial do governo japonês serão um importante indicador para observar o panorama econômico da Ásia.
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Alerta de volatilidade das moedas asiáticas: como a fraqueza do iene afeta as pequenas empresas e as economias regionais, incluindo o dong vietnamita
As pequenas empresas japonesas enfrentam uma crise silenciosa. A depreciação prolongada do iene não só comprimiu o espaço de sobrevivência das empresas, como também ameaça os planos de aumentos salariais de vários anos. E esta onda de volatilidade cambial na Ásia também afeta economias de outras regiões, como o moeda vietnamita. O presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Japão, Ken Kobayashi, lançou recentemente um aviso, apelando ao governo para tomar medidas mais enérgicas para lidar com o desequilíbrio cambial.
Impacto real da depreciação do iene nas pequenas empresas
Atualmente, o iene encontra-se numa fase de fraqueza prolongada, causando um duplo impacto nas pequenas empresas dependentes de importações e exportações. Os custos de matérias-primas importadas aumentam, enquanto a competitividade das exportações dificilmente melhora, forçando as pequenas empresas a lutarem com margens de lucro muito estreitas. Ken Kobayashi cita dados de pesquisas empresariais que indicam que a taxa de câmbio ideal para as empresas é aproximadamente 1 dólar para cerca de 130 ienes. Por trás destes números, reflete-se que o grau de depreciação atual do iene já ultrapassou limites controláveis, causando danos reais à economia real. Ainda mais preocupante é que a instabilidade cambial de longo prazo impede que as empresas planeiem aumentos salariais de forma estável, o que representa um risco para o suporte interno da economia japonesa.
Três razões pelas quais as políticas governamentais precisam de reforço significativo
Ken Kobayashi critica as recentes medidas do governo, embora estejam na direção certa, mas claramente insuficientes. Ele enfatiza que o governo deve usar toda a caixa de ferramentas cambiais disponíveis para enfrentar este problema estrutural, incluindo intervenções diretas no mercado, mecanismos de monitoramento e avaliação cambial, além de advertências verbais firmes, entre outras estratégias. Confiar apenas em ferramentas políticas dispersas não consegue alterar as expectativas do mercado; somente uma combinação de políticas sistemáticas e contínuas pode reverter a situação.
A lógica econômica por trás desta reivindicação é: quando uma grande economia sofre uma depreciação cambial prolongada, ela não só prejudica sua economia real, mas também provoca problemas de competição cambial na região. Moedas de mercados emergentes, como o moeda vietnamita, também enfrentam pressões de valorização, formando uma relação de interação econômica regional complexa.
Reação em cadeia na economia regional da Ásia
A crise das pequenas empresas japonesas não é um evento isolado. Quando o iene continua a enfraquecer, moedas do Sudeste Asiático, como o dong vietnamita e o baht tailandês, também enfrentam pressões de valorização, criando desafios para o ecossistema de manufatura exportadora na Ásia. Como as pequenas empresas, que fazem parte da cadeia de suprimentos, perdem competitividade, toda a estabilidade econômica regional pode ser afetada. É por isso que o apelo de Ken Kobayashi não diz respeito apenas ao Japão, mas também ao panorama econômico mais amplo da Ásia — a eficácia das políticas impacta diretamente as expectativas de estabilidade cambial de moedas como o dong vietnamita.
As futuras escolhas de política cambial do governo japonês serão um importante indicador para observar o panorama econômico da Ásia.