Trump afirmou que deve ser elaborado um novo tratado de controlo de armas nucleares, destacando a necessidade de fortalecer os acordos existentes para garantir a segurança global e prevenir a proliferação de armas de destruição em massa. Ele também enfatizou a importância de negociações multilaterais e de manter o diálogo aberto entre as principais potências para evitar conflitos armados e promover a estabilidade internacional.
Xinhua Finance Washington, 5 de fevereiro - O presidente dos Estados Unidos, Trump, publicou nas redes sociais que, em vez de prolongar o Tratado de Redução de Armas Estratégicas Nucleares (START) com a Rússia, que expira hoje, deveria começar a elaborar um novo tratado “melhorado e modernizado” que seja eficaz a longo prazo.
Trump afirmou que o anterior Tratado de Redução de Armas Estratégicas Nucleares, assinado e prolongado pelo governo democrata, é um acordo “ruim” para os EUA e foi “violado gravemente”. No entanto, não entrou em detalhes.
Mais tarde, numa conferência de imprensa na Casa Branca, o porta-voz da Casa Branca, Levitt, repetiu as declarações de Trump, dizendo que o presidente deseja que os especialistas americanos comecem a elaborar um novo tratado para substituir o START. Quando questionado se os EUA e a Rússia concordam em cumprir as cláusulas do START durante as negociações do novo tratado, Levitt afirmou não estar informado.
Mais cedo nesse dia, o site de notícias Axios relatou que os EUA e a Rússia têm estado a negociar, nas últimas 24 horas, na capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, para continuar a cumprir o START, estando próximos de chegar a um acordo.
O START, assinado em 2010 pelos EUA e a Rússia, visa limitar o número de ogivas nucleares e meios de transporte de ambos os países. O tratado entrou em vigor em 5 de fevereiro de 2011, com uma duração inicial de 10 anos, sendo posteriormente prorrogado até 5 de fevereiro de 2026 após negociações. Trump, numa entrevista em janeiro deste ano, afirmou que não está preocupado com o vencimento do tratado e que as partes chegarão a um novo acordo.
(Origem: Xinhua News)
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Trump afirmou que deve ser elaborado um novo tratado de controlo de armas nucleares, destacando a necessidade de fortalecer os acordos existentes para garantir a segurança global e prevenir a proliferação de armas de destruição em massa. Ele também enfatizou a importância de negociações multilaterais e de manter o diálogo aberto entre as principais potências para evitar conflitos armados e promover a estabilidade internacional.
Xinhua Finance Washington, 5 de fevereiro - O presidente dos Estados Unidos, Trump, publicou nas redes sociais que, em vez de prolongar o Tratado de Redução de Armas Estratégicas Nucleares (START) com a Rússia, que expira hoje, deveria começar a elaborar um novo tratado “melhorado e modernizado” que seja eficaz a longo prazo.
Trump afirmou que o anterior Tratado de Redução de Armas Estratégicas Nucleares, assinado e prolongado pelo governo democrata, é um acordo “ruim” para os EUA e foi “violado gravemente”. No entanto, não entrou em detalhes.
Mais tarde, numa conferência de imprensa na Casa Branca, o porta-voz da Casa Branca, Levitt, repetiu as declarações de Trump, dizendo que o presidente deseja que os especialistas americanos comecem a elaborar um novo tratado para substituir o START. Quando questionado se os EUA e a Rússia concordam em cumprir as cláusulas do START durante as negociações do novo tratado, Levitt afirmou não estar informado.
Mais cedo nesse dia, o site de notícias Axios relatou que os EUA e a Rússia têm estado a negociar, nas últimas 24 horas, na capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, para continuar a cumprir o START, estando próximos de chegar a um acordo.
O START, assinado em 2010 pelos EUA e a Rússia, visa limitar o número de ogivas nucleares e meios de transporte de ambos os países. O tratado entrou em vigor em 5 de fevereiro de 2011, com uma duração inicial de 10 anos, sendo posteriormente prorrogado até 5 de fevereiro de 2026 após negociações. Trump, numa entrevista em janeiro deste ano, afirmou que não está preocupado com o vencimento do tratado e que as partes chegarão a um novo acordo.
(Origem: Xinhua News)