Na noite passada, antes de dormir, o Bitcoin ainda estava firme a 88.000 dólares.
Esta manhã, ao acordar, estava a 81.000 dólares. 7.000 dólares, desapareceram assim.
O que é ainda mais doloroso é que outros ativos globais estão a passar por grandes oscilações, enquanto as criptomoedas se tornaram órfãs abandonadas.
O ouro caiu 8,2%, depois recuperou-se fortemente, quase recuperando todas as perdas. A prata foi ainda mais severa, após uma queda de 12%, teve uma recuperação em V digna de um manual. Até as ações americanas, após uma queda de 2,5% no Nasdaq, recuperaram-se antes do fecho.
10 trilhões de dólares foram transferidos em 12 horas de forma emocionante.
Mas e o Bitcoin? De 88.000 a 81.000, a descer sem recuperação, sem correção, nem mesmo uma correção técnica decente.
Esta é a realidade: quando a liquidez global aperta, o Bitcoin não é um ativo de refúgio, mas sim o primeiro ativo de risco a ser vendido.
Muitas pessoas ainda gritam "ouro digital", mas o mercado de ontem nos disse de forma mais cruel: em tempos de crise, os investidores querem ouro e prata, não códigos e algoritmos.
As instituições dizem verbalmente que "alocam Bitcoin para proteger contra a inflação", mas quando chega a hora de salvar a pele, o primeiro a ser vendido é o Bitcoin. Porque tem boa liquidez, é negociado 24 horas, e pode ser convertido a qualquer momento.
Esta queda expôs um fato que muitos não querem admitir: para as instituições, o Bitcoin é apenas um ativo de risco de alta liquidez, não muito diferente das ações de tecnologia.
É até pior, porque não tem dividendos, nem suporte de negócios reais, sustentado apenas pela fé e expectativas.
O mercado é sempre mais cruel do que imaginamos. Quando a maré baixa, é que se vê quem está a nadar nu.
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Na noite passada, antes de dormir, o Bitcoin ainda estava firme a 88.000 dólares.
Esta manhã, ao acordar, estava a 81.000 dólares. 7.000 dólares, desapareceram assim.
O que é ainda mais doloroso é que outros ativos globais estão a passar por grandes oscilações, enquanto as criptomoedas se tornaram órfãs abandonadas.
O ouro caiu 8,2%, depois recuperou-se fortemente, quase recuperando todas as perdas. A prata foi ainda mais severa, após uma queda de 12%, teve uma recuperação em V digna de um manual. Até as ações americanas, após uma queda de 2,5% no Nasdaq, recuperaram-se antes do fecho.
10 trilhões de dólares foram transferidos em 12 horas de forma emocionante.
Mas e o Bitcoin? De 88.000 a 81.000, a descer sem recuperação, sem correção, nem mesmo uma correção técnica decente.
Esta é a realidade: quando a liquidez global aperta, o Bitcoin não é um ativo de refúgio, mas sim o primeiro ativo de risco a ser vendido.
Muitas pessoas ainda gritam "ouro digital", mas o mercado de ontem nos disse de forma mais cruel: em tempos de crise, os investidores querem ouro e prata, não códigos e algoritmos.
As instituições dizem verbalmente que "alocam Bitcoin para proteger contra a inflação", mas quando chega a hora de salvar a pele, o primeiro a ser vendido é o Bitcoin. Porque tem boa liquidez, é negociado 24 horas, e pode ser convertido a qualquer momento.
Esta queda expôs um fato que muitos não querem admitir: para as instituições, o Bitcoin é apenas um ativo de risco de alta liquidez, não muito diferente das ações de tecnologia.
É até pior, porque não tem dividendos, nem suporte de negócios reais, sustentado apenas pela fé e expectativas.
O mercado é sempre mais cruel do que imaginamos. Quando a maré baixa, é que se vê quem está a nadar nu.
Desta vez, o Bitcoin ficou completamente nu.