Quem já fez transferências na cadeia sabe que, geralmente, o primeiro passo é assim: enviar 5U, 10U para testar. Garantir que o endereço está correto, que a cadeia foi escolhida corretamente, tudo OK, só então enviar o dinheiro de verdade.
Essa tática era originalmente para proteger a si mesmo. Mas numa blockchain totalmente transparente, acabou se tornando um sinal de "estou chegando".
Aqueles bots de varredura que monitoram carteiras de grandes investidores, assim que detectam uma transferência de teste, podem rapidamente inferir: fundos de grande valor estão a caminho.
E aí vem a armadilha. O atacante gera rapidamente um endereço "quase idêntico" ao seu — os caracteres inicial e final coincidem exatamente com o seu endereço alvo. Depois, envia uma pequena transação de lixo (conhecida na indústria como "transação de poeira"). O seu histórico de transações na carteira passa a mostrar um endereço gêmeo.
Quando você estiver pronto para copiar o endereço e fazer uma transferência grande, se não prestar atenção, pode acabar copiando o endereço falso. Uma confirmação errada e milhões de USDT podem ir direto para a conta do hacker. E é impossível rastrear de volta.
Esse tipo de ataque de envenenamento não é novidade. Uma grande exchange já foi vítima. Portanto, na próxima transferência, é realmente importante ficar mais atento — especialmente em operações de grande valor, sempre verifique o endereço várias vezes, não confie só na aparência.
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Quem já fez transferências na cadeia sabe que, geralmente, o primeiro passo é assim: enviar 5U, 10U para testar. Garantir que o endereço está correto, que a cadeia foi escolhida corretamente, tudo OK, só então enviar o dinheiro de verdade.
Essa tática era originalmente para proteger a si mesmo. Mas numa blockchain totalmente transparente, acabou se tornando um sinal de "estou chegando".
Aqueles bots de varredura que monitoram carteiras de grandes investidores, assim que detectam uma transferência de teste, podem rapidamente inferir: fundos de grande valor estão a caminho.
E aí vem a armadilha. O atacante gera rapidamente um endereço "quase idêntico" ao seu — os caracteres inicial e final coincidem exatamente com o seu endereço alvo. Depois, envia uma pequena transação de lixo (conhecida na indústria como "transação de poeira"). O seu histórico de transações na carteira passa a mostrar um endereço gêmeo.
Quando você estiver pronto para copiar o endereço e fazer uma transferência grande, se não prestar atenção, pode acabar copiando o endereço falso. Uma confirmação errada e milhões de USDT podem ir direto para a conta do hacker. E é impossível rastrear de volta.
Esse tipo de ataque de envenenamento não é novidade. Uma grande exchange já foi vítima. Portanto, na próxima transferência, é realmente importante ficar mais atento — especialmente em operações de grande valor, sempre verifique o endereço várias vezes, não confie só na aparência.