A intensa confrontação entre a Casa Branca e o setor financeiro está a intensificar-se. O governo Trump recentemente envolveu-se em confrontos com executivos de Wall Street sobre a independência do Federal Reserve, marcando o início de uma disputa de poder que determinará a direção futura da taxa dos fundos federais.
O foco principal recai em duas frentes: primeiro, uma investigação judicial ao atual presidente do Fed — relacionada a suspeitas de excesso de custos operacionais da instituição e depoimentos perante o Congresso. Segundo, um projeto de lei radical de controle das taxas de juros de cartões de crédito, que visa estabelecer um limite de 10% para o crédito ao consumo, enfrentando a atual taxa de mercado de cerca de 28%.
As vozes de alerta das instituições financeiras também se fazem ouvir: o controle das taxas pode restringir a oferta de crédito, enfraquecer o estímulo ao consumo e pressionar a liquidez do mercado. No entanto, esses argumentos parecem não abalar a determinação da Casa Branca — a nomeação de um novo presidente do Fed deve ocorrer em algumas semanas, enquanto o projeto de lei de concorrência de cartões de crédito também avança simultaneamente.
Essa luta de "política social versus estabilidade financeira" reflete profundas divergências sobre o futuro do ambiente macroeconômico. A incerteza em relação à política de taxas dos fundos federais aumenta, podendo desencadear efeitos em cadeia na precificação do mercado de crédito e na trajetória dos ativos de risco — incluindo os ativos de criptomoedas, que são particularmente sensíveis às expectativas de liquidez.
De Wall Street às principais instituições financeiras, todos estão apostando no resultado final dessa disputa entre o setor político e o setor financeiro. A curto prazo, a volatilidade do mercado pode aumentar.
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A intensa confrontação entre a Casa Branca e o setor financeiro está a intensificar-se. O governo Trump recentemente envolveu-se em confrontos com executivos de Wall Street sobre a independência do Federal Reserve, marcando o início de uma disputa de poder que determinará a direção futura da taxa dos fundos federais.
O foco principal recai em duas frentes: primeiro, uma investigação judicial ao atual presidente do Fed — relacionada a suspeitas de excesso de custos operacionais da instituição e depoimentos perante o Congresso. Segundo, um projeto de lei radical de controle das taxas de juros de cartões de crédito, que visa estabelecer um limite de 10% para o crédito ao consumo, enfrentando a atual taxa de mercado de cerca de 28%.
As vozes de alerta das instituições financeiras também se fazem ouvir: o controle das taxas pode restringir a oferta de crédito, enfraquecer o estímulo ao consumo e pressionar a liquidez do mercado. No entanto, esses argumentos parecem não abalar a determinação da Casa Branca — a nomeação de um novo presidente do Fed deve ocorrer em algumas semanas, enquanto o projeto de lei de concorrência de cartões de crédito também avança simultaneamente.
Essa luta de "política social versus estabilidade financeira" reflete profundas divergências sobre o futuro do ambiente macroeconômico. A incerteza em relação à política de taxas dos fundos federais aumenta, podendo desencadear efeitos em cadeia na precificação do mercado de crédito e na trajetória dos ativos de risco — incluindo os ativos de criptomoedas, que são particularmente sensíveis às expectativas de liquidez.
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