No setor de criptomoedas, a palavra "conformidade" já foi bastante consumida. Você verá vários projetos a escreverem de forma honesta nos seus sites oficiais, a traçar roteiros com bastante seriedade, mas nos sistemas realmente em funcionamento, talvez apenas tenham uma camada de processo por cima, sem alterar a lógica fundamental. Os investidores institucionais veem bem claro esse jogo, e no final, esses chamados "histórias de conformidade" acabam ficando só na boca.
A diferença do Dusk em relação a esses projetos está justamente num ponto-chave: ele não trata a regulamentação como uma força externa, mas sim a incorpora diretamente no design do protocolo.
Basta olhar para a sua parceria com a NPEX para entender. Não é uma relação de parceria que se resume a colocar um nome, mas sim um sistema completo de negociação e emissão sob regulamentação. MTF, corretoras, ECSP, além do DLT-TSS que está prestes a lançar, esses certificados representam diferentes papéis financeiros e limites de responsabilidades. No setor financeiro tradicional, são esses limites que determinam se o capital pode entrar, quanto pode entrar, e quem é responsável em caso de problemas.
O ponto-chave aqui é que o Dusk não vê esses certificados como uma "barreira", mas sim como um ponto de partida — como o sistema deve ser para estar à altura desses certificados? Quais etapas precisam ser rastreáveis? Quais processos devem deixar vestígios? Que informações podem ser validadas sob o quadro regulatório? Essas questões não são apenas escritas no manual de conformidade, mas integradas diretamente na lógica de funcionamento da cadeia. Em outras palavras, não se trata de fazer a cadeia rodar primeiro e depois pensar em como regulá-la, mas de já partir do princípio de que será regulada.
Muitas pessoas têm resistência natural à regulamentação, achando que ela sufoca a inovação. Mas, do ponto de vista das instituições, exatamente o oposto. A existência da regulamentação, mais do que limitar o que você pode fazer, é uma forma de dizer dentro de que limites você pode agir com segurança.
Por isso, você perceberá que, ao falar de conformidade, o tom do Dusk é sempre muito equilibrado. Ele não se gaba de "ser o mais conforme", nem exagera nos "benefícios da regulamentação", mas realmente incorpora a realidade do sistema na cadeia. Essa abordagem pode não agradar a curto prazo, mas, se o objetivo é sustentar atividades financeiras reais, e não apenas seguir modismos momentâneos, essa é quase a única via viável.
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No setor de criptomoedas, a palavra "conformidade" já foi bastante consumida. Você verá vários projetos a escreverem de forma honesta nos seus sites oficiais, a traçar roteiros com bastante seriedade, mas nos sistemas realmente em funcionamento, talvez apenas tenham uma camada de processo por cima, sem alterar a lógica fundamental. Os investidores institucionais veem bem claro esse jogo, e no final, esses chamados "histórias de conformidade" acabam ficando só na boca.
A diferença do Dusk em relação a esses projetos está justamente num ponto-chave: ele não trata a regulamentação como uma força externa, mas sim a incorpora diretamente no design do protocolo.
Basta olhar para a sua parceria com a NPEX para entender. Não é uma relação de parceria que se resume a colocar um nome, mas sim um sistema completo de negociação e emissão sob regulamentação. MTF, corretoras, ECSP, além do DLT-TSS que está prestes a lançar, esses certificados representam diferentes papéis financeiros e limites de responsabilidades. No setor financeiro tradicional, são esses limites que determinam se o capital pode entrar, quanto pode entrar, e quem é responsável em caso de problemas.
O ponto-chave aqui é que o Dusk não vê esses certificados como uma "barreira", mas sim como um ponto de partida — como o sistema deve ser para estar à altura desses certificados? Quais etapas precisam ser rastreáveis? Quais processos devem deixar vestígios? Que informações podem ser validadas sob o quadro regulatório? Essas questões não são apenas escritas no manual de conformidade, mas integradas diretamente na lógica de funcionamento da cadeia. Em outras palavras, não se trata de fazer a cadeia rodar primeiro e depois pensar em como regulá-la, mas de já partir do princípio de que será regulada.
Muitas pessoas têm resistência natural à regulamentação, achando que ela sufoca a inovação. Mas, do ponto de vista das instituições, exatamente o oposto. A existência da regulamentação, mais do que limitar o que você pode fazer, é uma forma de dizer dentro de que limites você pode agir com segurança.
Por isso, você perceberá que, ao falar de conformidade, o tom do Dusk é sempre muito equilibrado. Ele não se gaba de "ser o mais conforme", nem exagera nos "benefícios da regulamentação", mas realmente incorpora a realidade do sistema na cadeia. Essa abordagem pode não agradar a curto prazo, mas, se o objetivo é sustentar atividades financeiras reais, e não apenas seguir modismos momentâneos, essa é quase a única via viável.