Antes da proibição das ICOs,


os que faziam investimento coletivo ficavam com 0,5 de moeda, e depois vendiam a 1 ou 2 unidades.
Num só dia, dezenas ou até centenas de projetos.
Os grupos cresciam de forma louca a criar comunidades.
Alguns até prometiam emitir moedas só verbalmente e cobravam antecipadamente.
Eu próprio já fui enganado.
Com este desenvolvimento, o Estado podia não reprimir?

Agora todos mostram gráficos de lucros de contratos,
fazem transmissões em direto para captar tráfego,
chegam até a ir às escolas oferecer comissões de referência para angariar novos membros.
Em todas as plataformas exibem riqueza de forma exagerada,
criando a ilusão de que negociar criptomoedas é melhor do que estudar e que para ganhar dinheiro não é preciso formação, levando inúmeros desconhecidos a apostarem o seu futuro.
Com este desenvolvimento, o Estado podia não reprimir?

Por isso, a repressão a nível macro não é necessariamente má; quando as coisas começam a fugir do controlo, uma chamada de atenção pode evitar que a indústria se desvie demasiado.

Devemos encarar racionalmente o controlo macroeconómico; qualquer regulação tem sempre dois lados.
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