O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está a tentar lançar uma iniciativa ambiciosa de reserva estratégica de minerais, com o objetivo de fortalecer a competitividade da indústria doméstica. Denominado “Projeto Cofre”, este plano visa estabelecer uma reserva nacional de terras raras e minerais estrategicamente importantes, imitando o programa existente de reserva estratégica de petróleo. Segundo a reportagem da Jin10, este projeto está prestes a atingir várias fases importantes.
Estrutura de financiamento multilayer de 1,2 mil milhões de dólares
Para concretizar este plano, são necessários 1,2 mil milhões de dólares de financiamento inicial, adotando uma abordagem diversificada de captação de recursos. Enquanto se planeia obter 167 milhões de dólares de capital privado, está prevista uma linha de crédito de 1 mil milhões de dólares junto do Banco de Exportação e Importação dos EUA. O conselho de administração do banco deverá votar ainda este mês sobre as condições recorde de um empréstimo de 15 anos, sendo que a definição deste limite de crédito será decisiva para a viabilidade do projeto.
Simultaneamente, a construção do sistema de financiamento está a avançar rapidamente, com parcerias comerciais para garantir matérias-primas. Empresas de comércio de commodities, como Hartley Partners, Tractus North America e Mercurius Energy Group, já assinaram contratos para o fornecimento estável de minerais, reforçando a viabilidade da cadeia de abastecimento.
Colaboração entre grandes empresas e bilionários mineiros
As empresas que manifestaram interesse em participar no Projeto Cofre são algumas das principais do setor industrial dos EUA. Entre elas, estão a General Motors, Stellantis, do setor automóvel; Boeing, GE Vernova, do setor elétrico e aeroespacial; Corning, do setor de materiais; e Google, do setor tecnológico, já tendo confirmado a sua participação. Estas empresas representam o núcleo da manufatura altamente dependente de minerais estratégicos.
De destacar a profunda participação de Robert Friedland, uma figura proeminente na indústria mineira e conhecido empresário bilionário, que está fortemente envolvido neste projeto. Friedland, com vasta experiência e recursos financeiros na produção e aquisição de minerais, apoia esta iniciativa a partir do setor privado.
Reuniões importantes este mês e o caminho para a realização
No início deste mês, o presidente Trump tem agendada uma reunião com Mary Barra, CEO da General Motors. Este encontro será uma oportunidade crucial para alinhar as perspetivas dos consumidores de minerais estratégicos com as dos fornecedores. Friedland, como bilionário e representante do setor mineiro, e Barra, representante da principal indústria de manufatura americana, irão ajustar interesses e estratégias.
A construção de uma reserva estratégica de minerais é uma meta de longo prazo para aumentar a autonomia industrial dos EUA. Este projeto público-privado pode representar um passo fundamental na reestruturação das cadeias de abastecimento globais.
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Plano estratégico de reserva de minerais impulsionado por Trump, também com participação de bilionários empresários
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está a tentar lançar uma iniciativa ambiciosa de reserva estratégica de minerais, com o objetivo de fortalecer a competitividade da indústria doméstica. Denominado “Projeto Cofre”, este plano visa estabelecer uma reserva nacional de terras raras e minerais estrategicamente importantes, imitando o programa existente de reserva estratégica de petróleo. Segundo a reportagem da Jin10, este projeto está prestes a atingir várias fases importantes.
Estrutura de financiamento multilayer de 1,2 mil milhões de dólares
Para concretizar este plano, são necessários 1,2 mil milhões de dólares de financiamento inicial, adotando uma abordagem diversificada de captação de recursos. Enquanto se planeia obter 167 milhões de dólares de capital privado, está prevista uma linha de crédito de 1 mil milhões de dólares junto do Banco de Exportação e Importação dos EUA. O conselho de administração do banco deverá votar ainda este mês sobre as condições recorde de um empréstimo de 15 anos, sendo que a definição deste limite de crédito será decisiva para a viabilidade do projeto.
Simultaneamente, a construção do sistema de financiamento está a avançar rapidamente, com parcerias comerciais para garantir matérias-primas. Empresas de comércio de commodities, como Hartley Partners, Tractus North America e Mercurius Energy Group, já assinaram contratos para o fornecimento estável de minerais, reforçando a viabilidade da cadeia de abastecimento.
Colaboração entre grandes empresas e bilionários mineiros
As empresas que manifestaram interesse em participar no Projeto Cofre são algumas das principais do setor industrial dos EUA. Entre elas, estão a General Motors, Stellantis, do setor automóvel; Boeing, GE Vernova, do setor elétrico e aeroespacial; Corning, do setor de materiais; e Google, do setor tecnológico, já tendo confirmado a sua participação. Estas empresas representam o núcleo da manufatura altamente dependente de minerais estratégicos.
De destacar a profunda participação de Robert Friedland, uma figura proeminente na indústria mineira e conhecido empresário bilionário, que está fortemente envolvido neste projeto. Friedland, com vasta experiência e recursos financeiros na produção e aquisição de minerais, apoia esta iniciativa a partir do setor privado.
Reuniões importantes este mês e o caminho para a realização
No início deste mês, o presidente Trump tem agendada uma reunião com Mary Barra, CEO da General Motors. Este encontro será uma oportunidade crucial para alinhar as perspetivas dos consumidores de minerais estratégicos com as dos fornecedores. Friedland, como bilionário e representante do setor mineiro, e Barra, representante da principal indústria de manufatura americana, irão ajustar interesses e estratégias.
A construção de uma reserva estratégica de minerais é uma meta de longo prazo para aumentar a autonomia industrial dos EUA. Este projeto público-privado pode representar um passo fundamental na reestruturação das cadeias de abastecimento globais.