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O nosso repórter Zhou Shangyu
No dia 13 de fevereiro, o jornalista do Securities Daily soube junto de corretoras que, para garantir a operação segura e estável do setor de valores mobiliários, regular a gestão de testes de resistência do sistema de liquidação e negociação, identificar gargalos de capacidade e desempenho do sistema, melhorar a estabilidade do sistema e proteger os direitos legítimos dos investidores, a Associação Chinesa de Valores Mobiliários (a seguir, “CFA”) elaborou recentemente o “Guia de Teste de Resistência do Sistema de Liquidação e Negociação de Corretoras” (versão preliminar para consulta pública), solicitando opiniões das principais corretoras. Essa iniciativa visa reforçar a responsabilidade das corretoras na realização de testes, aprimorar o mecanismo de gestão de testes e elevar a confiabilidade do sistema de negociação e liquidação do setor.
Atualmente, a atividade do mercado de capitais permanece vibrante, com volume de negociações crescendo de forma constante. Algumas corretoras enfrentam problemas de desempenho de seus sistemas de negociação, o que não só afeta a experiência dos investidores, mas também apresenta riscos operacionais para o setor. Nesse contexto, o setor de valores mobiliários precisa urgentemente aprimorar sua capacidade de gestão de capacidade do sistema para responder eficazmente às oscilações do mercado.
Em termos de estrutura, o “Guia” possui seis capítulos e vinte e oito artigos, incluindo princípios gerais, requisitos básicos para testes de resistência, processos e métodos de teste, relatórios de teste e aplicação, gestão autônoma e disposições finais.
No que diz respeito ao mecanismo de garantia, o “Guia” baseia-se na definição do escopo do sistema de liquidação e negociação conforme o “Guia de Diretrizes para Testes de Resistência do Sistema de Liquidação e Negociação” (a seguir, “Guia de Testes”), estabelecendo que as corretoras devem estabelecer mecanismos sólidos de gestão de testes, aprimorar as políticas relacionadas, definir responsabilidades e funções, além de fornecer os equipamentos e suporte técnico necessários para garantir a configuração e operação estável do ambiente de teste, recursos de dados e plataformas de ferramentas. Além disso, regula a gestão do ambiente de teste, dados e ferramentas, realizando testes de resistência de acordo com os cenários do Guia, assegurando a autenticidade e validade dos testes e aprimorando a avaliação do desempenho e estabilidade do sistema.
Quanto ao gatilho, o “Guia” faz exigências diferenciadas: corretoras que utilizam ambientes de produção ou ambientes de teste configurados de forma equivalente devem realizar pelo menos um teste de resistência do sistema de liquidação e negociação por ano; unidades de infraestrutura de informação crítica devem realizar pelo menos dois testes anuais.
No que se refere aos processos e métodos, o “Guia” detalha as etapas que as corretoras devem seguir durante os testes de resistência: definir objetivos, elaborar planos de teste, preparar o ambiente, executar os testes, analisar os dados, submeter e arquivar os relatórios. Cada etapa possui requisitos específicos e métodos operacionais para garantir a conformidade e eficácia do processo.
Para a aplicação dos resultados, o “Guia” exige que as corretoras identifiquem prontamente problemas de desempenho e riscos potenciais, adotando medidas eficazes para resolução rápida. Além disso, devem avaliar periodicamente a validade e a adequação dos métodos de teste, aprimorando continuamente o mecanismo de gestão. Com base nisso, o modelo de relatório de teste do Guia deve ser utilizado para padronizar o conteúdo dos relatórios, além de fortalecer a gestão de documentos, garantindo a conformidade, integridade e rastreabilidade dos materiais de teste e relatórios.
Na gestão autônoma, o “Guia” esclarece que a CFA pode, conforme a necessidade, organizar pelo menos uma avaliação anual do sistema de liquidação e negociação das corretoras. Para corretoras que não realizarem os testes, não entregarem os relatórios, preencherem os relatórios de forma incorreta, fornecerem materiais falsificados ou omitidos, ou apresentarem resultados que não condizem com a cenário real, a CFA irá solicitar correções e encaminhar as irregularidades às autoridades reguladoras locais.
A CFA afirmou que fortalecerá a gestão autônoma dos testes de resistência, aprimorando continuamente o sistema de testes do setor, elevando o nível de controle de riscos e contribuindo para a construção de um mercado de capitais mais seguro, eficiente e estável.
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Responsável pela edição: Gao Jia
【Fonte: Securities Daily】
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Teste de resistência do sistema de liquidação de negociações de corretoras atualizado novamente
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Atualmente, a atividade do mercado de capitais permanece vibrante, com volume de negociações crescendo de forma constante. Algumas corretoras enfrentam problemas de desempenho de seus sistemas de negociação, o que não só afeta a experiência dos investidores, mas também apresenta riscos operacionais para o setor. Nesse contexto, o setor de valores mobiliários precisa urgentemente aprimorar sua capacidade de gestão de capacidade do sistema para responder eficazmente às oscilações do mercado.
Em termos de estrutura, o “Guia” possui seis capítulos e vinte e oito artigos, incluindo princípios gerais, requisitos básicos para testes de resistência, processos e métodos de teste, relatórios de teste e aplicação, gestão autônoma e disposições finais.
No que diz respeito ao mecanismo de garantia, o “Guia” baseia-se na definição do escopo do sistema de liquidação e negociação conforme o “Guia de Diretrizes para Testes de Resistência do Sistema de Liquidação e Negociação” (a seguir, “Guia de Testes”), estabelecendo que as corretoras devem estabelecer mecanismos sólidos de gestão de testes, aprimorar as políticas relacionadas, definir responsabilidades e funções, além de fornecer os equipamentos e suporte técnico necessários para garantir a configuração e operação estável do ambiente de teste, recursos de dados e plataformas de ferramentas. Além disso, regula a gestão do ambiente de teste, dados e ferramentas, realizando testes de resistência de acordo com os cenários do Guia, assegurando a autenticidade e validade dos testes e aprimorando a avaliação do desempenho e estabilidade do sistema.
Quanto ao gatilho, o “Guia” faz exigências diferenciadas: corretoras que utilizam ambientes de produção ou ambientes de teste configurados de forma equivalente devem realizar pelo menos um teste de resistência do sistema de liquidação e negociação por ano; unidades de infraestrutura de informação crítica devem realizar pelo menos dois testes anuais.
No que se refere aos processos e métodos, o “Guia” detalha as etapas que as corretoras devem seguir durante os testes de resistência: definir objetivos, elaborar planos de teste, preparar o ambiente, executar os testes, analisar os dados, submeter e arquivar os relatórios. Cada etapa possui requisitos específicos e métodos operacionais para garantir a conformidade e eficácia do processo.
Para a aplicação dos resultados, o “Guia” exige que as corretoras identifiquem prontamente problemas de desempenho e riscos potenciais, adotando medidas eficazes para resolução rápida. Além disso, devem avaliar periodicamente a validade e a adequação dos métodos de teste, aprimorando continuamente o mecanismo de gestão. Com base nisso, o modelo de relatório de teste do Guia deve ser utilizado para padronizar o conteúdo dos relatórios, além de fortalecer a gestão de documentos, garantindo a conformidade, integridade e rastreabilidade dos materiais de teste e relatórios.
Na gestão autônoma, o “Guia” esclarece que a CFA pode, conforme a necessidade, organizar pelo menos uma avaliação anual do sistema de liquidação e negociação das corretoras. Para corretoras que não realizarem os testes, não entregarem os relatórios, preencherem os relatórios de forma incorreta, fornecerem materiais falsificados ou omitidos, ou apresentarem resultados que não condizem com a cenário real, a CFA irá solicitar correções e encaminhar as irregularidades às autoridades reguladoras locais.
A CFA afirmou que fortalecerá a gestão autônoma dos testes de resistência, aprimorando continuamente o sistema de testes do setor, elevando o nível de controle de riscos e contribuindo para a construção de um mercado de capitais mais seguro, eficiente e estável.
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【Fonte: Securities Daily】