Depois de tantos anos a fazer trading, cada vez mais percebo uma verdade — confiar apenas na隔离 física de uma carteira fria não é suficiente; o mais importante é desenhar a proteção de ativos na estrutura legal.
Nos últimos dois anos, há uma tendência clara no mundo das criptomoedas: a regulamentação está a afrouxar. Tomemos como exemplo uma moeda de pagamento bem conhecida; em julho do ano passado, o tribunal decidiu que a venda programada dessa moeda não se enquadrava na categoria de valores mobiliários, eliminando praticamente as barreiras para listar essa moeda nas exchanges. Se as autoridades reguladoras recorrerem, a decisão final pode atrasar-se até 2026, o que na prática representa uma janela de oportunidade para essa moeda. Ainda mais interessante, grandes instituições de gestão de ativos começaram a investir de verdade — há relatos de várias grandes instituições a investir 5 bilhões de dólares, apostando na estabilidade da moeda e no ecossistema de pagamentos transfronteiriços. Dados na blockchain também confirmam isso: o volume de posições de carteiras institucionais nessa moeda cresceu 17% ao longo de um ano, um volume de entrada que claramente não é dinheiro de troco.
Mas isso não é tudo. Muitas pessoas ignoram uma zona de risco: uma carteira fria pode resistir a hackers, mas não consegue evitar disputas de dívida, ações legais ou problemas de herança. Quando o colapso da FTX aconteceu, muitos ativos de usuários foram congelados diretamente, mas alguns investidores que possuíam ativos em carteiras frias através de entidades offshore conseguiram protegê-los. Essa é a força da estrutura legal.
Do ponto de vista técnico, algumas blockchains conseguem processar até 1500 transações por segundo, com custos de liquidação quase zero. O que isso significa? Ao transferir ativos por meio de entidades legais nessas redes, o custo de fricção é extremamente baixo. Combinando isolamento legal e eficiência na blockchain, a proteção de ativos pode realmente ficar à prova de balas.
No fundo, proteger ativos não é uma questão de escolha — é preciso uma abordagem dupla, legal + técnica.
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BlockchainFries
· 22h atrás
Aquele esquema de entidades offshore realmente foi entendido, a carteira fria é apenas uma operação básica
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GasFeeCrier
· 01-10 14:54
Carteira fria também não te salva, o mais importante é mesmo jogar com as regras da lei
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AirdropLicker
· 01-10 14:37
A estrutura legal realmente está subestimada, a carteira fria é apenas uma fachada
Caramba, a jogada de entidades offshore é realmente genial, a lição de sangue e lágrimas da FTX
Investir 5 bilhões, as instituições nunca fazem uma pesquisa inútil, é preciso aproveitar ao máximo essa janela de oportunidade
Carteiras frias podem proteger contra hackers, mas não contra intimações judiciais, isso ficou claro
Na era em que os custos na cadeia estão se aproximando de zero, as estratégias já são diferentes
Estruturas de conformidade são realmente o verdadeiro refúgio de ativos, a tecnologia é apenas um complemento
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JustHodlIt
· 01-10 14:36
Carteira fria, na verdade, já está ultrapassada; é preciso jogar o jogo legal para avançar.
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MiningDisasterSurvivor
· 01-10 14:32
Já passei por esse tipo de discurso, em 2018 uma multidão também elogiava a separação legal, entidades offshore, e o que aconteceu? Os projetos que fugiram continuam fugindo, os fundos congelados continuam congelados. Regulamentação mais branda? Haha, essa é a melhor oportunidade para pegar os novatos de surpresa.
Depois de tantos anos a fazer trading, cada vez mais percebo uma verdade — confiar apenas na隔离 física de uma carteira fria não é suficiente; o mais importante é desenhar a proteção de ativos na estrutura legal.
Nos últimos dois anos, há uma tendência clara no mundo das criptomoedas: a regulamentação está a afrouxar. Tomemos como exemplo uma moeda de pagamento bem conhecida; em julho do ano passado, o tribunal decidiu que a venda programada dessa moeda não se enquadrava na categoria de valores mobiliários, eliminando praticamente as barreiras para listar essa moeda nas exchanges. Se as autoridades reguladoras recorrerem, a decisão final pode atrasar-se até 2026, o que na prática representa uma janela de oportunidade para essa moeda. Ainda mais interessante, grandes instituições de gestão de ativos começaram a investir de verdade — há relatos de várias grandes instituições a investir 5 bilhões de dólares, apostando na estabilidade da moeda e no ecossistema de pagamentos transfronteiriços. Dados na blockchain também confirmam isso: o volume de posições de carteiras institucionais nessa moeda cresceu 17% ao longo de um ano, um volume de entrada que claramente não é dinheiro de troco.
Mas isso não é tudo. Muitas pessoas ignoram uma zona de risco: uma carteira fria pode resistir a hackers, mas não consegue evitar disputas de dívida, ações legais ou problemas de herança. Quando o colapso da FTX aconteceu, muitos ativos de usuários foram congelados diretamente, mas alguns investidores que possuíam ativos em carteiras frias através de entidades offshore conseguiram protegê-los. Essa é a força da estrutura legal.
Do ponto de vista técnico, algumas blockchains conseguem processar até 1500 transações por segundo, com custos de liquidação quase zero. O que isso significa? Ao transferir ativos por meio de entidades legais nessas redes, o custo de fricção é extremamente baixo. Combinando isolamento legal e eficiência na blockchain, a proteção de ativos pode realmente ficar à prova de balas.
No fundo, proteger ativos não é uma questão de escolha — é preciso uma abordagem dupla, legal + técnica.