Na semana passada fui ao hospital fazer uma colonoscopia, foi o dia em que tive a dignidade mais baixa da minha vida.


A enfermeira enviou-me umas calças de exame especiais, com um buraco na parte de trás. Eu vesti essas calças enquanto esperava no corredor, sempre com a sensação de que estava a sentir uma brisa fria pelas costas, como um balão que pode escapar de ar a qualquer momento.
Quando chegou a minha vez, o médico responsável era um velhote bastante sério. Enquanto colocava as luvas, conversava comigo: “Rapaz, costuma ter muito stress?”
Deitado de lado na cama, sentindo os movimentos atrás de mim: “Doutor, não sei se tenho muito stress, mas agora sinto uma vontade de explodir, talvez por causa do efeito do laxante ainda não ter passado.”
O médico deu uma risada fria: “Não se preocupe, relaxe. Quanto mais nervoso estiver, mais difícil será para eu passar a luz de inspeção.”
Naquele instante, por estar demasiado nervoso, acabei por soltar um peido involuntariamente, que fez com que a máscara do médico se desviasse. O médico suspirou e disse ao assistente: “Vês, isto é o que chamamos de libertar a pressão. Este paciente, embora sem dignidade, tem um sistema de expulsão de gases ainda muito saudável.”
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