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Chuva excessiva no maior país produtor de café do mundo provoca reajuste de preços no mercado
O Brasil, o maior produtor mundial de café, está a experimentar precipitações recorde que estão a alterar a dinâmica do mercado global de café. Com chuvas excessivas a inundar a região de Minas Gerais—que responde pela maior parte da produção de arábica do país—os participantes do mercado estão a reavaliar as previsões de oferta, com implicações significativas nos preços de contratos futuros de arábica e robusta.
Sinais mistos nos mercados de futuros de café
O mercado de café apresentou tendências divergentes nas primeiras sessões de negociação. Os contratos futuros de arábica de março (KCH26) subiram 0,39% (1,30 pontos), mostrando alguma resiliência, enquanto os contratos de robusta de março (RMH26) recuaram 2,24% (92 pontos), atingindo os níveis mais baixos em quatro semanas. Esta dicotomia reflete dinâmicas de oferta contrastantes entre as duas variedades de café.
A divergência deve-se em grande parte à situação meteorológica no Brasil. A Somar Meteorologia informou que Minas Gerais recebeu 69,8 mm de chuva na semana até 30 de janeiro—um aumento impressionante de 117% acima das médias históricas. Essa precipitação elevada aumenta dramaticamente as expectativas de rendimento, inundando os mercados com preocupações de oferta que os traders de arábica estão apenas começando a assimilar.
Surto de produção no Brasil e impulso nas exportações do Vietname
Como maior produtor mundial de café, as perspetivas de oferta do Brasil atraem atenção global. Em 4 de dezembro, a Conab, agência oficial de previsão de colheitas do Brasil, aumentou a sua estimativa de colheita para 2025 em 2,4%, revisando para 56,54 milhões de sacos, contra a previsão anterior de setembro de 55,20 milhões de sacos. Esta revisão ascendente ocorreu antes dos recentes eventos de precipitação extrema, sugerindo potencial para novos aumentos de produção.
Somando-se às pressões de oferta, o Vietname—principal produtor de robusta do mundo—está a acelerar as remessas. O Escritório Nacional de Estatísticas do Vietname divulgou a 5 de janeiro que as exportações de café de 2025 aumentaram 17,5% em relação ao ano anterior, atingindo 1,58 milhões de toneladas métricas. Para o ano de comercialização 2025/26, a produção está prevista subir 6% em relação ao ano anterior, atingindo 1,76 milhões de toneladas métricas (equivalente a 29,4 milhões de sacos), aproximando-se de um pico de quatro anos. A Associação de Café e Cacau do Vietname indicou, no final de outubro, que condições favoráveis poderiam impulsionar a colheita 10% acima do ano anterior.
Esta combinação—produção recorde no Brasil e aceleração das exportações do Vietname—satura os mercados globais com fornecimento de robusta, pressionando fortemente os preços.
Inventários em alta compensam a diminuição do fluxo comercial
As tendências de inventário complicam ainda mais o quadro. Os stocks de arábica na ICE, que tinham caído para um mínimo de 1,75 anos, de 398.645 sacos em 20 de novembro, recuperaram para 461.829 sacos em 14 de janeiro—atingindo o pico em 2,5 meses. De forma semelhante, os inventários de robusta na ICE subiram de um mínimo de um ano, de 4.012 lotes em 10 de dezembro, para 4.609 lotes no final de janeiro, sinalizando a reconstrução de stocks.
No entanto, a atividade de exportação do Brasil conta uma história diferente. As remessas de café verde em dezembro caíram 18,4%, para 2,86 milhões de sacos, segundo a Cecafe, autoridade de exportação do Brasil. As exportações de arábica contraíram-se 10% em relação ao ano anterior, para 2,6 milhões de sacos, enquanto as de robusta despencaram 61%, para apenas 222.147 sacos. Esta fraqueza nas exportações oferece um suporte modesto aos preços, compensando parcialmente as tendências de inventário mais baixas.
Produção global de café atinge recorde enquanto os stocks enfrentam pressão
Num panorama mais amplo, a Organização Internacional do Café informou, a 7 de novembro, que as exportações globais de café para o ano de 2025/26 (outubro a setembro) diminuíram 0,3% em relação ao ano anterior, para 138,658 milhões de sacos. No entanto, a produção continua a subir.
O Serviço de Agricultura Estrangeira do USDA divulgou, a 18 de dezembro, uma previsão de que a produção global de café para 2025/26 atingirá um recorde de 178,848 milhões de sacos—um aumento de 2,0% em relação ao ano anterior. Isto inclui uma redução de 4,7% na produção de arábica, para 95,515 milhões de sacos, compensada por um forte aumento de 10,9% na produção de robusta, para 83,333 milhões de sacos. O Brasil, como maior produtor mundial de café, enfrenta uma diminuição de 3,1% na produção, para 63 milhões de sacos, enquanto o Vietname vê a sua produção subir 6,2%, para 30,8 milhões de toneladas métricas.
Apesar da produção global recorde, os stocks finais para 2025/26 estão projetados a contrair 5,4%, para 20,148 milhões de sacos, de 21,307 milhões no ano anterior—um sinal de que a escassez de oferta poderá eventualmente inverter as pressões de preço, caso a produção estagne ou a procura aumente.