Materiais-chave para a indústria de fusão nuclear: tântalo, nióbio e outros ímãs em ciclo de "reavaliação estratégica"

A indústria de fusão nuclear está a atravessar uma transição histórica de “pesquisa em laboratório” para “concretização comercial”, sendo que o sistema de ímãs, como componente de maior valor na instalação de fusão (com uma quota de 28% no ITER e 46% na solução ARC), encontra-se numa janela crítica de evolução tecnológica de supercondutores de baixa temperatura (NbTi/Nb₃Sn) para supercondutores de alta temperatura (REBCO). Esta transição industrial não é apenas uma substituição de materiais isolada, mas uma reestruturação sistemática da cadeia de valor que envolve recursos minerais upstream, materiais supercondutores midstream e integração de ímãs downstream, remodelando de forma abrangente o equilíbrio de oferta e procura, bem como o sistema de preços de materiais-chave como tântalo e nióbio.

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