Zimbábue faz parte de um grupo crescente de países que procuram aderir ao bloco económico BRICS. O Estado africano já apresentou oficialmente o seu pedido de adesão para se juntar ao grupo atualmente composto por 11 membros, que foi ampliado em 2025 com a entrada da Indonésia. Segundo informações da NS3.AI, o Zimbábue conta com forte apoio entre os membros principais: Rússia, África do Sul e Brasil já manifestaram o seu apoio e defendem uma rápida aprovação do pedido.
Um bloco em transformação: Mais de 20 países na lista de espera
A candidatura do Zimbábue faz parte de uma dinâmica de expansão mais ampla. Paralelamente ao Estado sul-africano, mais de 20 outros países – incluindo Bahrein, Malásia, Turquia e Vietname – manifestaram interesse em aderir. Essa demanda massiva reforça a crescente importância do bloco BRICS como contraponto aos sistemas financeiros dominados pelo Ocidente. A organização posiciona-se assim como uma plataforma atrativa para países que desejam fortalecer a sua independência económica.
O caminho para uma ordem económica multipolar
A contínua expansão do BRICS reflete uma mudança mais profunda na dinâmica de poder global. O Zimbábue e outros candidatos veem no bloco uma oportunidade de utilizar estruturas comerciais e financeiras alternativas. Com cada nova adesão, o BRICS torna-se uma instituição mais forte, que desafia os países industrializados na formulação de políticas económicas internacionais.
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Simbábue avança no círculo em expansão do BRICS
Zimbábue faz parte de um grupo crescente de países que procuram aderir ao bloco económico BRICS. O Estado africano já apresentou oficialmente o seu pedido de adesão para se juntar ao grupo atualmente composto por 11 membros, que foi ampliado em 2025 com a entrada da Indonésia. Segundo informações da NS3.AI, o Zimbábue conta com forte apoio entre os membros principais: Rússia, África do Sul e Brasil já manifestaram o seu apoio e defendem uma rápida aprovação do pedido.
Um bloco em transformação: Mais de 20 países na lista de espera
A candidatura do Zimbábue faz parte de uma dinâmica de expansão mais ampla. Paralelamente ao Estado sul-africano, mais de 20 outros países – incluindo Bahrein, Malásia, Turquia e Vietname – manifestaram interesse em aderir. Essa demanda massiva reforça a crescente importância do bloco BRICS como contraponto aos sistemas financeiros dominados pelo Ocidente. A organização posiciona-se assim como uma plataforma atrativa para países que desejam fortalecer a sua independência económica.
O caminho para uma ordem económica multipolar
A contínua expansão do BRICS reflete uma mudança mais profunda na dinâmica de poder global. O Zimbábue e outros candidatos veem no bloco uma oportunidade de utilizar estruturas comerciais e financeiras alternativas. Com cada nova adesão, o BRICS torna-se uma instituição mais forte, que desafia os países industrializados na formulação de políticas económicas internacionais.