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Small modular reactors (SMRs) estão a ser apresentados como o salvador energético para a infraestrutura de IA—mas a realidade conta uma história diferente. O problema fundamental? Os prazos de construção estendem-se por anos, enquanto a produção de eletricidade permanece pouco impressionante. Quando um SMR estiver operacional, as exigências de computação de IA já terão ultrapassado qualquer capacidade que ele forneça.
A matemática simplesmente não funciona. As centrais nucleares tradicionais levam mais de uma década a construir; os SMRs prometem uma implementação mais rápida, mas ainda enfrentam obstáculos regulatórios e custos astronómicos por megawatt. Entretanto, os centros de dados não podem esperar—precisam de estabilidade na rede hoje, não de soluções teóricas daqui a cinco a dez anos.
Vale a pena questionar se a narrativa nuclear se tornou mais fantasia do que estratégia. Existem soluções energéticas reais que valem a pena explorar—expansão de redes renováveis, ganhos de eficiência, computação distribuída—mas glamorizar o nuclear como a resposta universal faz mais mal do que bem. A política energética não deve basear-se em devaneios tecnológicos quando alternativas práticas existem.