Recentemente, a situação internacional tornou-se repentinamente tensa. Segundo relatos, ocorreu um conflito militar numa região que envolve um grande país produtor de energia, e o mercado está em alvoroço. Embora pareça distante do mundo das criptomoedas, na verdade é uma variável importante que influencia a volatilidade dos ativos digitais.
Primeiro, os resultados: quando há risco na oferta de energia, o petróleo bruto é impulsionado pelo sentimento, as expectativas de inflação são reacendidas e os ativos financeiros globais também oscilam. O que isso significa para nós?
**Crise de energia → Expectativas de inflação → Reavaliação de ativos**
O ponto-chave é que a região do conflito é uma das maiores do mundo em reservas de petróleo comprovadas. Embora a produção atual não seja a mais alta, a guerra implica na possibilidade de interrupção do fornecimento. Aqui está o essencial: o mercado não espera que os fatos aconteçam, ele já precifica o risco antecipadamente.
O primeiro passo é que o petróleo bruto e ativos energéticos relacionados são impulsionados no curto prazo — Brent, WTI, carvão, transporte marítimo — esses tendem a subir junto. Os custos de produção de países de alta intensidade energética também aumentam.
O segundo passo é a verdadeira reação em cadeia. Energia → Transporte → Alimentação → Manufatura, as expectativas de inflação se propagam ao longo dessa cadeia. Os esforços recentes dos EUA e da Europa para conter a inflação podem ser em vão, as taxas de juros globais permanecem elevadas, e as expectativas de afrouxamento dos bancos centrais se desfazem.
O terceiro impacto é o mais direto para nós: ativos de risco (ações de tecnologia, ações de crescimento, criptomoedas altamente voláteis) sofrem pressão. Isso porque a expectativa de crescimento econômico diminui, enquanto os custos de financiamento sobem — uma combinação que os ativos de risco temem bastante.
Resumindo: conflito geopolítico → crise de energia → ressurgimento da inflação → reavaliação de ativos de risco. Cada etapa está interligada. Não quer dizer que uma queda de mercado esteja iminente, mas serve como um lembrete de que devemos estar atentos ao macroambiente.
Ver original
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
14 Curtidas
Recompensa
14
6
Repostar
Compartilhar
Comentário
0/400
WealthCoffee
· 01-05 16:19
Outra vez essa história? A crise energética e as expectativas de inflação já me cansaram, o mais importante é quanto tempo essa rodada vai conseguir puxar as moedas.
Ver originalResponder0
NFTRegretter
· 01-05 13:42
Tenho que pensar bem nesta cadeia lógica, a crise energética aumenta a inflação e o banco central tem que defender a todo custo, realmente é preciso ter cuidado com as criptomoedas.
Ver originalResponder0
faded_wojak.eth
· 01-03 10:53
Mais uma vez, desta vez é mesmo preciso ficar atento ao setor de energia... A última vez que ouvi essa afirmação foi em 2018.
Ver originalResponder0
gas_fee_trauma
· 01-03 10:53
Mais uma vez, uma emocionante trama de geopolítica, o preço da moeda vai sofrer também, né?
Ver originalResponder0
WhaleStalker
· 01-03 10:50
Lá vais tu outra vez? O conflito geopolítico desaparece após uma ronda, e o círculo monetário continua a levantar-se
Não acredito mesmo que a inflação vá voltar, a Yang Ma já aprendeu há muito a ser inteligente
A história repete-se, mas nunca da mesma forma, e a crise energética pode ser realmente diferente desta vez
Agora é a altura de comprar a queda ou fugir, esta é a questão
Espera, se esta lógica continuar, o USDT vai colapsar outra vez...
Ou seja, neste momento, as stablecoins mantêm o seu valor, e não acho que haja problema com isso
Ver originalResponder0
DegenMcsleepless
· 01-03 10:47
Mais uma vez, a velha história da crise energética, que é usada todas as vezes para assustar os investidores de varejo.
Recentemente, a situação internacional tornou-se repentinamente tensa. Segundo relatos, ocorreu um conflito militar numa região que envolve um grande país produtor de energia, e o mercado está em alvoroço. Embora pareça distante do mundo das criptomoedas, na verdade é uma variável importante que influencia a volatilidade dos ativos digitais.
Primeiro, os resultados: quando há risco na oferta de energia, o petróleo bruto é impulsionado pelo sentimento, as expectativas de inflação são reacendidas e os ativos financeiros globais também oscilam. O que isso significa para nós?
**Crise de energia → Expectativas de inflação → Reavaliação de ativos**
O ponto-chave é que a região do conflito é uma das maiores do mundo em reservas de petróleo comprovadas. Embora a produção atual não seja a mais alta, a guerra implica na possibilidade de interrupção do fornecimento. Aqui está o essencial: o mercado não espera que os fatos aconteçam, ele já precifica o risco antecipadamente.
O primeiro passo é que o petróleo bruto e ativos energéticos relacionados são impulsionados no curto prazo — Brent, WTI, carvão, transporte marítimo — esses tendem a subir junto. Os custos de produção de países de alta intensidade energética também aumentam.
O segundo passo é a verdadeira reação em cadeia. Energia → Transporte → Alimentação → Manufatura, as expectativas de inflação se propagam ao longo dessa cadeia. Os esforços recentes dos EUA e da Europa para conter a inflação podem ser em vão, as taxas de juros globais permanecem elevadas, e as expectativas de afrouxamento dos bancos centrais se desfazem.
O terceiro impacto é o mais direto para nós: ativos de risco (ações de tecnologia, ações de crescimento, criptomoedas altamente voláteis) sofrem pressão. Isso porque a expectativa de crescimento econômico diminui, enquanto os custos de financiamento sobem — uma combinação que os ativos de risco temem bastante.
Resumindo: conflito geopolítico → crise de energia → ressurgimento da inflação → reavaliação de ativos de risco. Cada etapa está interligada. Não quer dizer que uma queda de mercado esteja iminente, mas serve como um lembrete de que devemos estar atentos ao macroambiente.