Os gêmeos Winklevoss não inventaram o Facebook, mas fizeram algo que pode ser considerado maior—riqueza em Bitcoin. Veja como dois estudantes de Harvard transformaram um acordo legal em um império cripto.
A História de Origem do Facebook (Que Não Era Deles)
Em 2002, Cameron e Tyler Winklevoss co-fundaram HarvardConnection ( depois ConnectU) com Divya Narendra. Eles contrataram um jovem Mark Zuckerberg para construí-lo. O problema? Zuckerberg abandonou o projeto e lançou o Facebook em vez disso.
Os gémeos processaram. Seis anos depois, em 2008, chegaram a um acordo por $65 milhões em dinheiro e ações do Facebook. A maioria das pessoas teria-se reformado. Eles não o fizeram.
A Aposta do Bitcoin Que Mudou Tudo
Em vez de permanecer com ações do Facebook, os gêmeos fizeram um movimento contracorrente em 2012: despejaram milhões em Bitcoin a cerca de $8 moeda. A sua tese? Bitcoin era “ouro 2.0” — um ativo finito e descentralizado que iria transformar as finanças.
Acontece que eles estavam certos. No final de 2017, o Bitcoin disparou para mais de 19k. Dois abandonos de Harvard que perderam a corrida das redes sociais de repente se tornaram bilionários em Bitcoin—cada um valendo mais de $3 bilhões no pico.
De Investidores a Construtores: Era Gemini
Mas eles não pararam em hodling. Em 2014, lançaram Gemini, uma exchange de criptomoedas regulamentada projetada para trazer credibilidade institucional aos ativos digitais. Depois veio o Gemini Dollar (GUSD), uma stablecoin lastreada em USD, além de esforços para obter a aprovação do ETF de Bitcoin (embora batalhas regulatórias persistissem).
A ironia? Os gémeos passaram de serem empurrados para fora de uma plataforma tecnológica a construir a sua própria no crypto—e desta vez, nas suas condições.
A Lição
Às vezes, perder cedo compensa mais tarde. $65M do Facebook tornou-se bilhões em Bitcoin, não por sorte, mas por convicção. Os gêmeos Winklevoss provaram que a adoção de cripto não precisa de um Zuckerberg; só precisa de crentes com capital e paciência.
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De $65M Liquidação do Facebook a Cripto Bilionários: A Jornada Improvável dos Irmãos Winklevoss
Os gêmeos Winklevoss não inventaram o Facebook, mas fizeram algo que pode ser considerado maior—riqueza em Bitcoin. Veja como dois estudantes de Harvard transformaram um acordo legal em um império cripto.
A História de Origem do Facebook (Que Não Era Deles)
Em 2002, Cameron e Tyler Winklevoss co-fundaram HarvardConnection ( depois ConnectU) com Divya Narendra. Eles contrataram um jovem Mark Zuckerberg para construí-lo. O problema? Zuckerberg abandonou o projeto e lançou o Facebook em vez disso.
Os gémeos processaram. Seis anos depois, em 2008, chegaram a um acordo por $65 milhões em dinheiro e ações do Facebook. A maioria das pessoas teria-se reformado. Eles não o fizeram.
A Aposta do Bitcoin Que Mudou Tudo
Em vez de permanecer com ações do Facebook, os gêmeos fizeram um movimento contracorrente em 2012: despejaram milhões em Bitcoin a cerca de $8 moeda. A sua tese? Bitcoin era “ouro 2.0” — um ativo finito e descentralizado que iria transformar as finanças.
Acontece que eles estavam certos. No final de 2017, o Bitcoin disparou para mais de 19k. Dois abandonos de Harvard que perderam a corrida das redes sociais de repente se tornaram bilionários em Bitcoin—cada um valendo mais de $3 bilhões no pico.
De Investidores a Construtores: Era Gemini
Mas eles não pararam em hodling. Em 2014, lançaram Gemini, uma exchange de criptomoedas regulamentada projetada para trazer credibilidade institucional aos ativos digitais. Depois veio o Gemini Dollar (GUSD), uma stablecoin lastreada em USD, além de esforços para obter a aprovação do ETF de Bitcoin (embora batalhas regulatórias persistissem).
A ironia? Os gémeos passaram de serem empurrados para fora de uma plataforma tecnológica a construir a sua própria no crypto—e desta vez, nas suas condições.
A Lição
Às vezes, perder cedo compensa mais tarde. $65M do Facebook tornou-se bilhões em Bitcoin, não por sorte, mas por convicção. Os gêmeos Winklevoss provaram que a adoção de cripto não precisa de um Zuckerberg; só precisa de crentes com capital e paciência.