Dusk este projeto tem uma parte interessante, precisamente por nunca seguir o caminho comum.
As rotas mais fáceis de contar histórias no mundo das criptomoedas elas não escolheram: nem apostar em "descentralização total", nem usar o slogan de "anonimato absoluto", nem se apresentar como revolucionários financeiros. Pelo contrário, mergulharam numa armadilha que ninguém ouse tocar — fazer finanças de privacidade dentro de um quadro de conformidade regulatória.
Parece conversa fiada? Mas, ao analisar com atenção, torna-se um problema sem solução: as blockchains de privacidade tradicionais lutam contra a censura, contra a fiscalização, contra todas as restrições. A Dusk quer fazer o oposto, coexistindo rigidamente com sistemas de conformidade. Isso não é uma concessão, mas um jogo completamente diferente — tentando penetrar nos cenários do setor financeiro tradicional, que realmente podem usar, e não apenas se divertir no mundo das criptomoedas.
Mas esse caminho é, por si só, uma contradição. A privacidade tem como núcleo o invisível, enquanto a conformidade depende da verificabilidade. Fazer um sistema que mantenha a privacidade e, ao mesmo tempo, passe por auditorias não é apenas uma questão técnica, mas uma questão de estrutura de confiança. Quem tem o direito de acessar os dados? Em que circunstâncias podem ser acessados? Como evitar abusos de poder? Como provar que não há manipulação oculta? Essas questões não podem ser resolvidas apenas com alguns códigos.
Qual é a solução da Dusk? Usar mecanismos de prova de conhecimento zero (zero-knowledge proofs). A ideia central é permitir que o usuário prove que está "em conformidade" sem revelar suas informações reais. Por exemplo, você não precisa entregar sua identidade completa, mas pode demonstrar que atende aos requisitos de KYC ou AML. Sem precisar divulgar todas as transações, o auditor pode verificar que você não tem problemas. Assim, protege a privacidade e oferece uma brecha para a conformidade ser verificada.
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Dusk este projeto tem uma parte interessante, precisamente por nunca seguir o caminho comum.
As rotas mais fáceis de contar histórias no mundo das criptomoedas elas não escolheram: nem apostar em "descentralização total", nem usar o slogan de "anonimato absoluto", nem se apresentar como revolucionários financeiros. Pelo contrário, mergulharam numa armadilha que ninguém ouse tocar — fazer finanças de privacidade dentro de um quadro de conformidade regulatória.
Parece conversa fiada? Mas, ao analisar com atenção, torna-se um problema sem solução: as blockchains de privacidade tradicionais lutam contra a censura, contra a fiscalização, contra todas as restrições. A Dusk quer fazer o oposto, coexistindo rigidamente com sistemas de conformidade. Isso não é uma concessão, mas um jogo completamente diferente — tentando penetrar nos cenários do setor financeiro tradicional, que realmente podem usar, e não apenas se divertir no mundo das criptomoedas.
Mas esse caminho é, por si só, uma contradição. A privacidade tem como núcleo o invisível, enquanto a conformidade depende da verificabilidade. Fazer um sistema que mantenha a privacidade e, ao mesmo tempo, passe por auditorias não é apenas uma questão técnica, mas uma questão de estrutura de confiança. Quem tem o direito de acessar os dados? Em que circunstâncias podem ser acessados? Como evitar abusos de poder? Como provar que não há manipulação oculta? Essas questões não podem ser resolvidas apenas com alguns códigos.
Qual é a solução da Dusk? Usar mecanismos de prova de conhecimento zero (zero-knowledge proofs). A ideia central é permitir que o usuário prove que está "em conformidade" sem revelar suas informações reais. Por exemplo, você não precisa entregar sua identidade completa, mas pode demonstrar que atende aos requisitos de KYC ou AML. Sem precisar divulgar todas as transações, o auditor pode verificar que você não tem problemas. Assim, protege a privacidade e oferece uma brecha para a conformidade ser verificada.